
Por Tato França - Texto revisado por Marcelo França
Década de 90. Chegam às nossas casas a tão amada TV a cabo. Nasce também o fenômeno da “americanização do nosso humor”. Séries cômicas como “Friends” tornam-se os carros chefes dos canais pagos Sony e Warner Channel. O sucesso não é um mero acaso. O formato sitcom já é relativamente velho nos EUA.
Nascidos nos anos 60, e, como tudo que vinga por lá, os programas também fizeram muito sucesso em terras tupiniquins. “A Família Adams” (The Addams Family 1964 a 1966), “Jeannie é um Gênio” (I Dream Of Jeannie 1965 a 1970) e “A Feiticeira” (Bewitched 1964 a 1972) são exemplos de programas bem sucedidos por aqui.
Em termos de produção, enquanto tais programas eram produzidos aos montes nos EUA, por aqui patinávamos com o mesmo tipo humor durante 30 anos. Chico Anísio e Jô Soares faziam o nosso menu semanal de comédia. Ainda tínhamos “Os Trapalhões”, “TV Pirata” e Golias, que juntos garantiram muitos risos ao público brasileiro. Depois disso o “Casseta e Planeta”, programa que sempre só beirou o engraçado, mas com passagens realmente cômicas. Quando, por exemplo, Bussunda interpretou Vera Fischer em “Esculachos de Família”.
Há quem pense que só atingimos a idade adulta na comédia ao estilo norte-americano com a estréia de programas como “A Grande Família” ou “Os Normais”. Programas semanais estrelados por verdadeiras feras do humor dão uma aula de como fazer o publico rir.
O Futuro do humor brasileiro é promissor. O formato de Stand-up comedy ganhou muito espaço nos palcos de todo Brasil. Lugar importante na disseminação deste jeito de fazer humor é a terra do pinhão (http://www.youtube.com/watch?v=NY_nlZyvCgc Veja o vídeo a partir dos 05:20). Cada vez mais este tipo de humor invade a TV e ganha espaço nas emissoras.
(O autor do texto não nega a importância de tais comediantes nem sua relevância histórica)
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